29/08/2014

[MALDIÇÕES E REAÇÕES] Shrek is Love, Shrek is Life 2 - A Volta do Ogro!

It's Not Ogre... It's Never Ogre... Se vocês acharam que já haviam visto bizarrices o suficiente na primeira parte, vou lhes dizer uma coisa, amiguinhos: Vocês ainda não viram NADA!

Confiram! Se gostarem, não se esqueçam daquele like maroto e comentem ai embaixo o que acharam \o/


Link para o vídeo:

28/08/2014

Creepypasta dos Fãs: Assovios


Sempre fui a única menina no meio de vários garotos, a maioria mais velho que eu, desde os 11 anos foi assim, mas isso nunca me afetou, pois eu sempre tive experiências frustrantes com amigas. Minha mãe nunca se importou, quem mais me incomodava era meu pai e minha avó, mas isso também não era de muita importância, até porque eu morei só com a minha mãe desde os 9 anos, quando meus pais se separaram. Há três anos e meio atrás me mudei para São Paulo, onde nasci e vivi a infância, que foi normal como muitos descreveriam. Meio ano depois de me mudar meu (atual) ex namorado veio morar comigo e com a minha mãe. Meu pai que o convidou após conhecê-lo, pois antes disso não era a favor da filha única de 15 anos namorar. Atualmente tenho 18 e o que aconteceu ainda me dá arrepios. O primeiro semestre morando com o namorado e com a mãe pareceu normal, tudo nos conformes. Ele, dois anos mais velho que eu, estudando e eu, idem. Nas férias de julho ele teve que voltar para a cidade natal onde eu morei por 6 anos para se alistar no exército. Pois, naquele ano, completava 18. Escrevendo agora, os minutos passam rápido, como se eu não percebesse meus dedos tocando as teclas desembestados a enfatizar meus antigos pesadelos. O alistamento dele se arrastou por três meses entre idas e vindas São Paulo/Caxias do Sul. Ele finalmente foi liberado, mas foi quando voltou definitivamente que meus sonhos começaram a se tornar intensos e eu sempre acordava com os pés suando frio e o estômago doendo por conta da gastrite forte.


Minha mãe é espírita e me conta histórias de quando era criança, cresceu em uma cidade menor que o meu bairro com um vasto repertório sombrio. Ela tinha medo de saci e sempre que tinha oportunidade, checava os cavalos do meu avô em busca de alguma trança na crina. Na segunda semana com o Victor (atual ex namorado) de volta, meus sonhos começaram a se tornar devaneios infantis da minha progenitora. Comecei a sonhar com sacis fazendo tranças em meus cabelos e uma risada profunda tocava meus tímpanos o mais fundo que podiam, eu podia até sentir o hálito de podridão que entrava pelas minhas narinas fazendo meu cérebro congelar. No começo pareceu inocente, nunca acreditei em sacis, aliás, sempre fui cética quanto à qualquer folclore, lenda ou conto pré escrito de internet.

Depois de muito tempo sem ter nenhum pesadelo ou sonho esquisito dormindo perfeitamente tranquila, eu estava certa de que eles não voltariam mais. Não mencionei anteriormente, mas Victor sempre foi ciumento e piegas, tanto que não podia chamá-lo pelo nome, qualquer apelido carinhoso, por mais irritante e grudento que fosse, estava bom pra ele. Naquela madrugada, minha insônia me pegou desprevenida. Fui deitar cedo, pois tinha ajudado meu pai na revisão do carro naquela tarde. O relógio já marcava mais de duas e meia da madrugada e eu me revirava de um lado pro outro da cama tentando achar uma posição que me deixasse confortável levando em conta o fato de que Victor tinha um sono profundo e não acordava com menos que três despertadores. Deitei a cabeça no peito dele e foi ouvindo o som das batidas de seu coração que eu adormeci... Mas não completamente. Pude ouvir junto de seus batimentos, passos vindo até mim. Não passos. Passo. Um sujeito com uma perna só que perseguia minha mãe (e agora eu) em seus medos estava vindo em minha direção. Tentei me mover lentamente e quando eu vi que estava na mesma posição, me desesperei e tentei um movimento brusco, foi quando meu corpo todo formigou e eu não pude gritar nem fazer nada além de respirar. Apertei os as pálpebras o mais forte que pude e pensei “se eu vir algo, ou se alguma coisa me tocar, eu enlouqueço”. Quando consegui soltar um único gemido agudo e quase indistinguível, me livrei do transe e dei um pulo na cama.

“Victor!”, gritei. Ele acordou assustado perguntando o que tinha acontecido e eu não pude responder. O fato de eu ter andado com meninos a minha vida toda, sempre me tornou durona e eu não me atreveria a desfazer a concepção que Victor tinha sobre mim contando que estava tendo pesadelos sobre saci. Então apenas sussurrei “nada, só pensei ter escutado alguma coisa”. Logo depois de cair sua ficha, ele voltou a dormir com a cara fechada por eu tê-lo chamado pelo nome.

Aquilo me irritou mais do que costumava, nunca fui de chamar de “amor” e afins, mas estava acostumada, só que dessa vez foi diferente, fui dormir com uma sensação de que eu tinha alguém do meu lado que não pensava nem vagamente em me proteger, me senti frágil e insegura. Voltei a dormir e acordei na manhã seguinte com a minha mãe dizendo que meu celular não parava de tocar. Fui até a tomada do outro lado do quarto onde meu celular estava carregando e vi cinco ligações perdidas, todas de números diferentes que não estavam salvos na minha lista. Tentei ligar para cada um deles várias vezes, mas a mensagem “esse número não existe” e a voz daquela mulher que na quinta tentativa eu já estava xingando de desgraçada pra baixo, não me deixaram muito satisfeita. Após a décima tentativa eu desisti, mas permaneci com o celular por perto o resto do dia. Nada aconteceu, ninguém ligou, nenhuma mensagem.

Decidi continuar meu dia normalmente, sem esperar que alguém me ligasse ou que alguma coisa fora do normal acontecesse, mas a curiosidade não era pouca, eu ainda queria saber quem era o autor daquelas ligações. Dei-me por vencida no final do dia e quando saí do banho, Victor estava sentado na minha cama com cara de poucos amigos me olhando desconfiado e eu sabia o que estava por vir antes dele ele abrir a boca e perguntar quem tinha me ligado tanto de tantos números diferentes e porque eu tentei retornar tão desesperadamente. Tinha experiência em contorná-lo, então só disse que eu também gostaria de saber, se ele quisesse vasculhar o resto do histórico pra ver se achava mais alguma ligação dos números, para ficar à vontade. Depois que ele procurou em todos os cantos do meu celular, entregou-o de volta pra mim e falou que ia se deitar. Foi ao banheiro escovar os dentes, voltou e se deitou direto. Ele nunca tinha me tratado com tanta frieza, mas eu não liguei e me deitei também. Acordei no meio da madrugada com os pés suando frio de novo, não pude me lembrar claramente do sonho dessa vez, mas eu sei que senti alguma coisa tocar meus cabelos. A cabeceira da minha cama fica embaixo da janela e, pela primeira vez, tive a sensação de estar sendo observada, mesmo morando no sétimo andar de um prédio.

Acordei no dia seguinte para ir à aula, desci para tomar café e minha mãe que estava concentrada demais na cafeteira não respondeu ao meu “bom dia”, só perguntou como eu tinha dormido e porque estava com olheiras. Disse que não consegui dormir porque estava com dor de estômago, ela me deu um remédio e depois que eu terminei de comer, coloquei meu prato na pia dei um beijo nela. Quando me virei para ir embora ela proferiu assustada “nossa, filha, não sabia que você sabia fazer tranças tão bem”. Senti um arrepio por toda minha coluna até o fim da nuca, passei a mão pelo meu cabelo e uma trança fina e apertada escorria até as pontas do cabelo. Disse um “obrigada” meio trêmula e gaguejando e nem me dei ao trabalho de dar tchau ao Victor.

Desfiz aquela trança com raiva e angústia no meu caminho pra escola e as cinco horas e meia pareceram rápidas, como se quisessem me tirar dali. Voltei pra casa, o dia foi normal, tudo como eu esperava que fosse até eu me deitar. Assim que meu corpo todo repousou sobre a cama, eu senti um vento frio como se fosse um sopro atrás da orelha, foi quando eu ouvi baixinho, fininho, quase inaudível... Um assovio. Assim, vindo do nada e cada vez mais alto e mais perto, percebi que o objetivo era não me deixar dormir. Virei para o lado na esperança de tampar os ouvidos, mas o barulho continuava, mais agudo, mais perto. Me pus sentada e, com todas as forças que eu consegui reunir, olhei pela janela. Nem sinal de coisas estranhas. Pensei que fosse só minha imaginação e decidi acender um cigarro. Um segundo depois de riscar o isqueiro, a chama se moveu rapidamente e apagou, como se alguém tivesse soprado, tentei mais uma vez e a mesma coisa aconteceu. Ouvi de longe um barulho familiar, se aproximando cada vez mais e percebi que os assovios já tinham cessado e, de repente, eu ouço uma risada pouco longe se tornar uma gargalhada alta e estridente. Me bateu a consciência e eu voltei para baixo dos cobertores. Nem sinal de Victor acordar. Eu me sentia observada, me sentia vigiada e já tinha desistido de acender meu cigarro quando eu senti um cheiro forte de fumaça. Não era do meu cigarro e nem do cigarro da minha mãe, Victor não fumava. Vinha da janela, uma fumaça escura, mal cheirosa, grossa, reuni o que restava das minhas forças novamente e olhei trêmula pela janela. Uma criatura preta se moveu rápido pelo quintal e eu não pude discernir se era um animal ou o que eu temia.

Decidi ir ao banheiro lavar o rosto e tentar me convencer de que tudo não passava de imaginação. Quando voltei, olhei o parapeito da janela e pegadas de um só pé com terra iam da janela e andavam em círculos pelo chão inteiro do meu quarto. Eu não sabia o que fazer, não pude correr nem gritar então, estática, senti alguém passar por mim numa velocidade tão grande que só pude sentir o vento dele passando, várias e várias vezes e a risada cada vez mais alta, o barulho dele pulando, o cheiro de fumaça, tudo aquilo estava me deixando louca e com vontade de chorar. É claro que eu sabia que era só roubar sua touca que ele ficava sob seu comando. Mas não tinha forças e o medo me consumiu até meu último nervo. Abri os braços na esperança dele esbarrar sem querer, pude sentir alguma coisa duas vezes, mas ele era mais rápido, passei a mão em meus cabelos e encontrei uma trança única, grossa e bem amarrada. Nessa altura eu só consegui rir e esperar que ele me deixasse em paz até meu riso virar choro. Ouvi minha mãe me chamar uma vez, mas não consegui responder, antes que ela pudesse me chamar pela segunda vez, eu ouvi passos no corredor e a próxima coisa que vi foi minha mãe me levantando do chão, eu aos prantos sem saber se ela acreditaria em mim. Mesmo sem saber como usar as palavras e em que ordem colocá-las, eu contei, desajeitada e envergonhada. Ela vasculhou a gaveta do criado-mudo e achou uma garrafa com duas tranças feitas de palha, colocou na minha janela, fez questão de enfatizar que acreditava piamente em mim e disse que aquela garrafa a manteve salva até seus 20 anos e que aconteceria o mesmo comigo. Essa noite eu dormi com ela.


Autor: tarikec

26/08/2014

Creepypasta dos Fãs: O Encontro

- Droga! São 19h12min. Ela deveria ter me encontrado aqui às 18h00min! Por que ela sempre se atrasa?

Ela sai às 17h30min! Quer saber, ela sabe o caminho, não serei mais trouxa ou otário que todo mundo faz o que quer!

Levanto-me e saio caminhando, meio frustrado em direção à estação de trem. Deveria encontrar minha namorada aqui, no parque do bosque próximo a estação para, depois de um dia cansativo de trabalho, irmos para casa juntos.

- Ela provavelmente deve ter ficado batendo papo com alguma amiga ou sei lá o quê! Odeio isso nela, nunca pensa em mim!

Próximo à estação, que fica a uns 150m ou 200m de distância dali, percebo uma movimentação, algumas pessoas correndo em direção à praça em que eu estava. Outras voltando chorando, carros de polícia se aproximando. Alguma coisa me manda voltar. E o que vi era algo jamais imaginado. Horrível!

Reconheço, mesmo tingido de um vermelho mórbido, o vestido branco e esvoaçante que tanto gostava na silhueta do que deveria ser a garota que amo. Seus cabelos, esvoaçantes a brisa da praça, encobriam parcialmente um rosto outrora angelical. Curiosos cercando o local. Pessoas ensanguentadas ao redor da minha garota. Policiais correndo ao seu encontro.

“- Minha nossa! O que aconteceu?” Eu pergunto em voz alta, meio atônito.

Uma voz, no meio da multidão declara: “- Eu vi tudo! Ela enlouqueceu! Saltou do meio do mato agarrou aquela moça de calça jeans e mordeu seu pescoço. Arrancou-lhe a traqueia numa só mordida. Daí correu em direção aos garotos e os atacou. Mesmo levando alguns socos e chutes dos rapazes, agarrou a cabeça e furou os olhos daquele com os dedos e pulou em cima do outro, mordendo seu rosto. Eu corri pra chamar ajuda enquanto ela atacava uma senhora. Foi horrível”.

Ela reconhece meu rosto na multidão e, chorando, caminha em minha direção. As pessoas ao meu redor se espantam, alguns gritam, outros se armam com o que tem na mão. Ela me olha e diz com sua voz doce e suave: “- Amor, o que está acontecendo? Estou com medo. Porque eu estou cheia de sangue?”. Neste momento, percebo seus olhos escurecerem. Seu semblante não parece o mesmo de segundos atrás. Um grunhido seco ecoa desde sua boca. Ela corre em minha direção.

Ouço um estampido seco. O policial mais próximo, ainda ofegante da corrida do carro até o bosque, atira nas costas de minha amada, que não parece se abalar. Ela empurra um homem em sua frente. E mais outro e mais outro. Parece querer chegar até mim. Mais disparos. Seu corpo cai de bruços próximo a mim. O desespero da multidão não se compara ao que sinto. É impossível descrever o que se passa em minha cabeça. Meu peito parece que vai estourar e meu coração está quase saltando pela boca. E esses últimos segundos parecem uma eternidade.

Minha doce princesa agoniza e, com o pouco de forças que lhe resta, vira de barriga para cima. Em meio a lagrimas, tosse e engasgos por causa do sangue em refluxo pela garganta ela fala: “-Amor, o que está acontecendo? Está doendo. Estou com med...” E para de respirar.

Estou em choque. Não consigo entender o que aconteceu. Só consigo chorar e pensar que perdi minha preciosa.

Um grito medonho ecoa no parque.

Parece que uma garota próxima a mim está tentando morder alguém...


Autor: Xandre Reish

Creepypasta dos Fãs: Carazi

E aí, depois de ler tudo isso, deu vontade de ir ao banheiro? Ou quem sabe beber um copo de água, leite…? Vá em frente, ora. Mas tome cuidado ao voltar.

O carazi é aparentemente um garotinho de seis anos de idade, com olhos negros e sem íris, pele costurada no lugar da boca e garras nos dedos. Durante a noite, ele entra nas casas, alojando-se em qualquer cômodo, exceto nos quartos. Pode estar escondido debaixo do sofá, atrás da estante ou dentro de uma gaveta. O carazi não é uma criança comum, como você deve ter notado: ele se contorce de tal forma que cabe em qualquer lugar. E ali permanece, esperando.
A partir do momento em que há algum movimento na casa, ele vai investigar. Se ver alguém – você, por exemplo – que se levantou para beber água ou, quem sabe, desligar a TV da sala que foi deixada ligada, ele passa a observá-lo. O efeito é imediato: você começa a sofrer de insônia e não conseguirá mais dormir.
Concentrando-se, você poderá ser capaz de ouvir o carazi. Ou escutará seus passos, ou sua respiração anasalada, ou algum objeto no qual ele possa esbarrar sem querer. Quando ele ver que você está fora da cama, receberá uma espécie de permissão para entrar em seu quarto e lá irá se instalar.
Geralmente, ele se esconde embaixo da cama (talvez isso explique os ruídos noturnos que te atormentam…). As vozes, os arranhões, aquela presença estranha, tudo isso pode ser obra do carazi. O tempo passa e o carazi está há tanto tempo debaixo de sua cama que você passa a vê-lo inclusive de dia. 

Mas apenas você o vê, e as pessoas pensam que está paranoico. Você tem duas opções: ignorá-lo ou contar tudo e ser taxado como um louco alucinado.
Se estiver pensando em se levantar e apagar a luz, pense de novo. O simples ato de se erguer da cama já é o suficiente para autorizar o carazi a atormentá-lo. Se, por algum acaso, ouvir ruídos estranhos ou sentir uma presença ou mal-estar… Bem, esse texto em nada ajudou, a não ser a informá-lo. Acredito que não haja mais nada a fazer em seu caso.

Autor: clockmeat325

Creeper da Semana: Yasmin de Jesus Pires


Idade: 14 anos

Estado: Espirito Santo

Como Conheceu o Blog/Por que gosta de Creepypastas: O medo é um sentimento temido por muitos e adorado por poucos. Bom, eu sou um desses poucos. Gosto da sensação do medo, da espinha congelando, do coração batendo mais rápido e isso me levou à procurar mais sobre creepys e filmes de horror. Acabei conhecendo o blog por acaso e acompanho desde 2011.

Espero sinceramente ser escolhida ^^
(Creeper de Semana - 25/08/2014 à 29/08/2014)

Quer se tornar o próximo Creeper da Semana? Clique aqui e saiba como!

24/08/2014

Creepypasta dos Fãs: Slender não tão mal

Ola meu nome é Alaner vou lhes enviar este email contando a verdadeira historia do slender-man

1904-Cientistas descobrem uma caverna que batizaram de Scratches em português significa arranhões pois as paredes estavam totalmente arranhadas e nela diferente da maioria da cavernas não havia agua magma ou animais outra coisa ela não era feita de pedra calcaria. Mais o que mais intrigou os cientistas foi um liquido pegajoso no chao da caverna o qual foi levado para ser estudado e descobriram que era uma mistura de enxofre mercúrio e urina esta foi uma caverna que não ficou famosa porque ficava muito escondida no meio de uma floresta de espinheiros que ficava entre duas montanhas enormes e a decida até a floresta era muito escorregadia.

1935-Jovens que tinham acampado por perto viram um ser carregando uma criança recém-nascida nua ele disseram aos policias que era uma coisa que da barriga para cima tinha a silhueta de uma mulher mas da barriga para baixo era diferente parecia esta descascando, tinha uma barriga enorme tinha uma espécie de asa escura que ficava abanando de um lado para o outro fazendo a flutuar tinha garras enormes e mas o mais assustador era rosto ou a ausência dele na parte "humana" do seu corpo mas o mais intrigante vem agora na noite anterior a eles avistarem aquele monstro eles ouviram um grito estridente muito alto tão que era capas de furar os tímpanos e o mais estranho é que o bebe não tinha rosto igual a que ele disseram que era a mãe dele.

1947- É encontrada a criatura morta ao lado de uma criança que tinha se perdido na floresta que disse que ela chorou e o que ela disse que se chamava traduzindo para o português senhora da floresta a agarrou e começou a leva-la e quando a menina que era muito crente disse Cristo me proteja de todo o mal amem o monstro gritou e então morreu o corpo do monstro foi levado para ser estudado.

1949- Os cientistas reencontram a caverna só que desta vez o liquido estava nas paredes formando as palavras REVENGE(vingança) Death children(morte as crianças).

1950- Varias crianças começaram a desaparecer na região depois de uma semana no estado inteiro havia crianças desaparecendo.

1951- Varias pessoas Afirmam ter visto um homem de terno correndo pela floresta que começou a ser chama de de floresta de sangue por motivos óbvios.

E a caverna bom a caverna esta cheia de vasilhas de sangue e varias gaiolas penduradas. Pensando o slender-man esta apenas tentando se vingar mas claro ao seu modo


Autor: Alaner da Silva

Creepypasta dos Fãs: Tão normal

Eu sou tão normal quanto todo mundo, porque isso tem que acontecer logo comigo? Eu só quero a minha vida de volta, minha mãe e meu pai, mas agora estas pessoas estão me caçando dentro de minha própria casa, e eu não tenho mais sossego.

Tudo começou há dois dias atrás, eu estava comendo bacon frito na cozinha, quando senti uma dor incrivelmente forte no peito. tentei telefonar por ajuda, mas quando cheguei ao telefone estava tão fraco que acabei por desmaiar. Então, eu acordo algum tempo depois, a dor havia passado, mas minha visão estava embaçada. Eu olhei para o meu prato e vi que havia muitas moscas nele. Jogo o resto do bacon fora, com muita raiva dos mosquitos, e resolvo ligar para a minha mãe, pedindo a ela que ligue para o hospital e marque uma consulta para mim, pois eu estava realmente me sentindo esgotada, como se tivessem sugado o ar dos meus pulmões, e precisava tentar descansar. Fui assistir TV no meu quarto, que fica um cômodo á esquerda da entrada.

Depois de alguns minutos, a falta de ar ainda continuava insistente, então, tentando me prevenir, ligo para minha mãe novamente, quando eu ouço um barulho de pancada na porta, paro por um segundo e ouço ela atendendo o telefone:

- Alô, filha. O que aconteceu? Tento não fazer barulho, e deixo ela esperando uns 5 segundos, e então ouço minha porta ser arrombada e pessoas correndo para dentro de casa. Eu tentei pensar rápido, então só gritei para a minha mãe:

- Eu estou em casa ainda, me ajude!

E então eu largo o celular no chão e subo no tubo de ventilação do prédio, arrancando e colocando a tampa de volta da maneira mais silenciosa que eu posso, e então fico escondida lá.

Mal deu tempo para eu recurar o meu fôlego, e eles já estavam lá no meu quarto, aquelas pessoas estranhas com roupas pretas e máscaras de oxigênio, sondando todo o quarto, pelo jeito procurando alguma coisa.

Depois de algumas horas, eu passei a pensar que aquelas pessoas estavam me esperando, tirando fotos de tudo, e não saiam nunca todos do meu quarto de uma vez, me deixando sem chances de escapar.

Após algum tempo presa, eu comecei a perceber algumas coisas estranhas acontecendo comigo: as minhas emoções estavam muito fortes, e quando eu me irritava muito, como quando um deles deu um chute no meu PC, pelo jeito frustrado por não conseguir me achar, uma lâmpada explodiu, no começo eu achei que era coincidência, até que eu percebi que eu não estava mais tão nítida quanto antes, quase esfumaçada, e como parecia que eu conseguia sentir como se tudo do meu quarto e da casa estivesse ao meu alcance, quase encostando em mim! Enfim, acho que estas são de departamento do governo dispostos a me caçar, afinal, não sei como consegui meus “poderes”, mas não era nada normal alguém fazer o que eu fazia, tanto que até o final do segundo dia, eu já conseguia mover objetos, resfriar e esquentar o ar do cômodo, e hoje, eu já consigo me tornar invisível, e com isso, eu já não tenho mais medo dessas pessoas estranhas, e depois de hoje elas não vão mais ficar aqui, ou pelo menos não vivas...

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Relatório 2º dia: o diagnóstico do corpo foi feito, e diferente do que achávamos, a causa da morte foi um simples ataque cardíaco, e não um vazamento de gás, mas há uma ligação, que parece ter sido feita após a morte do indivíduo, e que ainda não pode nos ajudar a descobrir o que aconteceu com o Sra. Luana Mendes, a mãe da garota ainda se encontra em estado de choque por conta do conteúdo da mensagem.

Anotações internas - não incluir no relatório oficial

: Vários objetos tem se mexido na casa, e mais de uma vez nós ouvimos barulhos no tubo de ventilação, pensamos em serem apenas ratos, mas alguns estão com medo de um serial killer que ainda estaria aqui( mas quem sabe um gasparzinho não aparece, né? rsrsrsrs.). Iremos pesquisar mais a fundo.


Autor: Ricardo Soares

22/08/2014

Creepypasta dos Fãs: Come Find Me

Lá estava eu, no meu computador como sempre, passava horas e horas, fazendo inutilidades que não mudariam em nada em minha vida.

 Uma pequena lembrança bateu em minha memória, sites de “Creepypastas”, eu amava aqueles sites, sempre quando não tinha nada para fazer sempre lia essas estórias, entrei normalmente num site qualquer redirecionado pelo Google, seu design era bem comum, como qualquer site sobre o assunto.

Passei alguns minutos lendo, enquanto minha paranoia aumentava, mas isso é normal, afinal, essa é a finalidade de sites desse tipo, aumentar seu medo e paranoia.

A esse estado não parava de olhar para os lados e para trás, sentia sempre que alguma coisa se aproximava, mas gostava desse sentimento, eu amava sentir medo, mas não esperava o que vinha a seguir...

Estava olhando os tags das postagens, coisas normais como: “Creepys sobre jogos”, “Episódios Perdidos”, entre outros, olhei ao lado, todas tags estavam ao lado direito da página, mas havia uma que despertou minha curiosidade. Nela estava escrito “Data”, já tinha ouvido falar sobre isso, especialmente em jogos, pensei que fosse algo secreto, que os Administradores esqueceram-se de apagar, então cliquei.

Havia apenas uma postagem: “Data”, cliquei nela, o navegador travou, mas logo voltou, era apenas uma página em branco, mas a barra de rolagem dizia que havia mais coisa ali, fui abaixando com as teclas até chegar a um texto branco, escrito com Arial: “Now you are like me”. Traduzi com ajuda do Google Tradutor, aquilo queria dizer, “Agora você é como eu”. O que aquilo queria dizer? Abaixo estava escrito em uma letra bem minúscula, quase imperceptível, copiei o texto e colei novamente no tradutor, o texto era: “Come find me, or I’ll find you”, que significava: “Venha me encontrar, ou eu vou encontra-lo”. Eu ri, achando que era apenas um post para dar mais um suspense para a noite nublada e chuvosa que estava naquele dia.

Desliguei o computador e desci para jantar, minha mãe já tinha me chamado há uns dez minutos atrás, a comida já estava fria pelo jeito, cheguei à cozinha, meu prato não estava mais na mesa, meu pai e minha mãe conversavam alegremente enquanto jantavam, coisa rotineira. Falei com minha mãe perguntando onde estava meu prato, ela não me respondeu, fiz a mesma pergunta e não obtive resposta, desta vez gritei, não estava bravo, sabia que minha mãe não era surda, meu pai continuou do mesmo jeito, parecia que não me notavam, pera aí, não me notavam?

Toquei no ombro de minha mãe, ela notou e logo deu um grito, fiquei sem reação, meu pai perguntou o por que daquele escândalo, o que minha mãe disse gelou minha alma:

- Sinto que algo me tocou, mas não tem nada atrás de mim!

Como assim, eu estava lá, porque não me notou? Meu pai disse que era apenas a imaginação dela. Após alguns segundos paralisado, tentando decifrar o que estava acontecendo eu puxei a cadeira e me sentei, meu pais olhavam atônitos para a cadeira. Meu pai disse:

- A cadeira se moveu sozinha...

Minha mãe que era muito supersticiosa subiu correndo para meu quarto, eu a acompanhei, apenas ouvi minha mãe gritando:

- Filho! Onde está você?! Filho!

Meu pai após ouvir isso também a acompanhou, correndo desesperadamente. Encontrei minha mãe as lágrimas me procurando em todo lugar, meu pai tentava acalmar ela. Minha mãe era do tipo que sempre acreditou no sobrenatural, mil coisas deveriam estar passando em sua cabeça após os eventos.

Eu estava agachado no canto da sala, com os olhos marejados. Por que não conseguiam me ver? Porque não percebem que estou aqui?! Depois de procurar em toda casa lá estava meu pai, abraçando minha, mãe tentando reconforta-la dizendo que apenas tinha saído. Eles ficaram ali, parados até o sol nascer esperando minha volta. Eu não sentia sono, apenas fiquei olhando, sem poder fazer nada. Finalmente meu pai pegou o telefone e ligou para a polícia, registrando o que havia ocorrido.

Milhares de coisas passavam em minha mente, 95% delas eram sobre a estranha tag que nunca tinha visto, “Data”. Aquele dilema ficava cada vez mais denso em minha mente, ao ponto de enlouquecer. Subi as escadas correndo para meu quarto, meus pais não estavam mais em casa.

Liguei meu computador, não aguentava mais essa situação. Quando abri meu navegador, a página inicial que antes era o Google se transformou no site “Cleverbot”, aquele onde era possível conversar com uma espécie de “pessoa falsa”. Mas por que aquele site? Logo ele começou a escrever:

Cleverbot: Come find me.

De novo aquilo, entrei no Google Tradutor, escrevi e mandei a ele:

User: Why? (Por quê?)

Cleverbot: Because I can see you.

“Porque eu posso ver você”, Meu cérebro se embaralhava mais ainda.

Cleverbot: Come find me, or I’ll find you.

A mesma coisa do que estava escrito no “Data”.

User: Data?

Cleverbot: I’LL FIND YOU. (Eu vou te encontrar)

Cleverbot: DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA DATA.

A cada palavra que ele digitava, um aperto no coração eu sentia, até que uma nova guia foi aberta, era aonde se encontrava o post “Data”, senti um gelo percorrer minha espinha quando vi que havia um vídeo.

Uma nova aba do Cleverbot apareceu, desta vez estava escrito:

Cleverbot: Video.

Eu fiquei alguns minutos parado, olhando o player, que era diferente do Youtube, outra aba abriu:

Cleverbot: Click.

Eu já estava prestes a enlouquecer, mandei tudo pro espaço e cliquei.

O vídeo demorou alguns minutos que pareciam eternidade para começar, finalmente começou... Eu me assustei dando um “Jumpscare” e soltando um grito baixo, naquela tela estava eu, eu estava na tela. Não me segurei mais e avancei na Webcam, a despluguei e joguei no chão, o vídeo parou de carregar, mas logo começou novamente, percebi que algo estava filmando minhas costas, eu paralisei. Uma nova aba se abriu:

Cleverbot: Don’t look back. (Não olhe para trás)

Cleverbot: I found you! (Eu encontrei você)

Eu senti algo me tocar, pareciam dedos frios com longas unhas neles, o ser virou meu rosto, então finalmente pude ver.

Era uma mulher, estava com uma longa capa preta com detalhes amarelos ouro com longas cruzes pregadas em suas vestes. Ela usava uma mascara de outro, não conseguia ver seu olhos, eram vazios, apenas pude ver de relance quando se aproximou de mim, aquilo no lugar de seu olho esquerdo era uma câmera. Ela finalmente cravou suas unhas em meu olho esquerdo o arrancando e colocou uma espécie de câmera portátil que o fios se fixaram dentro de meu crânio, ela logo arrancou o outro. Para minha surpresa eu não estava cego, mas apenas podia enxergar com meu olho esquerdo, eu estava com a visão em preto e branco com uma leve moldura que se pode ver em câmeras de vídeo.

Após isso ela colocou uma mascara sobre mim, semelhante à dela, ela falou algo, algo que nunca mais sairá de minha mente:

- Shiki.

Logo veio em minha mente um livro que li sobre relatos paranormais, nesse caso uma médium não conseguia descobrir que tipo de espírito era aquele, logo ela se tocou que era um fantasma familiar, um fantasma familiar é aquele que é controlado por uma pessoa com poderes psíquicos extraordinários, esse espíritos também são chamados de “Shiki” pelos japoneses.

Finalmente me toquei... A partir de a agora sou apenas um “Shiki”, apenas um espírito perdido para sempre nas mãos de uma pessoa qualquer, me tornei um deles de uma forma macabra que bagunçou meu estado, isso me leva a crer que sou subordinado de uma pessoa perversa, que usa pessoas como brinquedinhos para realizar seus desejos mais sádicos e perversos.

E aqui estou eu agora, tentando transformar outras pessoas em “nós”, estou apenas digitando isso como advertência, para desinformados de plantão, mergulhados em estórias qual queres apenas para realizar seus prazeres no medo, eu estou observando vocês, “nós” estamos observando você, mas você não pode nos ver. Já que não me enxerga...

Come find me.


Autor: Felipe Knapp 

Creepypasta dos Fãs: Creepypastas

Eu fugi deles mas eu sei que e só uma questão de tempo ate que me achem,não importa quanto eu corra quanto eu fuja eles sempre me acham.Estou desesperada,sozinha a final o que eles querem com uma menina de apenas 12 anos? Eles me pegaram quando eu estava em casa,eu consegui matar um deles ou melhor dois,eles haviam tomado a forma de meus pais querendo me enganar mas eu sabia que não eram meus pais.Então apos matar os impostores eu ouço um barulho estranho que não consegui distinguir mas ele era ALTO disso eu tenho certeza,e então entraram na minha casa,OH DEUS aquilo foi um inferno,todas as creepypastas que eu li TUDO estava se transformando em verdade.

Os homens me pegaram e me levaram a uma sala estranha,branca.... la era frio e das paredes saiam criaturas estranhas,magras ouço risadas vindo dessas "coisas" naquela sala maldita.Eu não podia me mexer algo me prendia só podia gritar enquanto aquelas coisas ficam me torturando rindo de mim. Então eis que uma porta que eu nem reparei que estava la se abre,uma moça chega trazendo uma seringa ELA QUERIA ME DROGAR!!! eu já tinha uma ideia do que eles queriam fazer comigo... EXPERIENCIAS ASSIM COMO EU VIA EM CREEPYPASTAS,não podia mover meus braços já as minhas pernas... eu fazia artes marciais então não foi muito difícil desarma-la e deixa-la inconsciente,aproveitei a porta aberta e sai correndo de um jeito que não me lembro consegui me livrar das amarras que me prendiam.E agora preciso de sua ajuda estou escondida neste inferno e as "coisas" ficam me perturbando zombando de mim sinto saudades quando eles eram apenas creepypastas.OH NÃO a mulher da seringa voltou... e trouxe COMPANHIA ela me injetou o que havia na seringa fiquei tonta e cai mas não desmaiei só fiquei um pouco "chapada" não conseguia me mexer mas eu ouvia claramente o que diziam:

-Doutor o que faremos com esta?

-Botem na cela de novo ah! e ponham a camisa de força mais apertada desta vez...

-E mesmo doutor, esquizofrenicos possuem uma força impressionante!

-Pobre garota ela nem ao menos sabe o que esta fazendo.


Autor: Lucas Francisco

Creepypasta dos Fãs: Imagens no Facebook

Inspirado em fatos reais...

Era uma noite comum, como todas as outras.Eu estava no tão popular Facebook vendo as postagens das páginas. Vi uma tirinha que realmente me fez rir e abri ela para ver comentários e tal, fiquei um bom tempo com a imagem aberta quando de repente a foto da tirinha simplesmente mudou para a imagem de um homem, um homem todo sujo sendo torturado, mas o nome da página e os comentários permaneceram os da imagem anterior sem ter como eu saber se aquilo era de outra página.Isso se repetiu umas três vezes, mesmo eu fechando a imagem a atualizando a página, então resolvi sair do facebook.

Subi no meu quarto para guardar umas coisas, ao andar no corredor tive a sensação de não estar só, mas pensei ser coisa da minha cabeça e sai. Depois de tudo resolvido em casa fui dormir, mas não foi uma boa noite de sono, tive um pesadelo horrível, era como se eu estivesse acordada e dormindo ao mesmo tempo, a respiração doída e difícil, meu coração estava disparado eu senti que algo ia acontecer.

Senti como se fosse minha alma saindo do corpo e voltando, olhei para o pé da cama e vi uma mulher de branco rastejando pro outro lado, num instante lembrei duma creepypasta que vi por cima que não lembro pra explicar muito bem, sobre algo como estar dormindo e acordado não sei, que não se deve olhar para certos lugares senão teria alucinação e então fechei os olhos rapidamente.E a única coisa que me veio em mente após isso era que eu não deveria abrir mais, fiz um grande esforço para não abri-los, e rezei para que conseguisse dormir logo.

Desde então as coisas estão cada vez mais estranhas e eu não sei qual será o próximo acontecimento...


Autor: dyessica.sm