24/05/2013

Criaturas da Caverna


Essa foto foi tirada em 1895 por um fotógrafo/espeleogista amador chamado Oren Jeffries, enquanto explorava uma seção não mapeada das Grandes Cavernas, no Sudoeste da Virginia.

Na época que foi tirada, Jeffries estava fazendo experimentos fotográficos, usando longas exposições para ver se algo poderia ser fotografado em total ausência de luz. Ele ficava de pé em um lugar estável, desligava seu lampião, e abria a lente de sua câmera feita em casa pelo maior período que conseguisse ficar na escuridão.

Durante um desses experimentos, ele ouviu algo se aproximando dos cantos mais profundos da caverna. Assustado, Jeffries abandonou o seu experimento depois que usou um flash de pólvora  dentro da caverna.
De acordo com o relato que ele deu para o jornal local, Jeffries viu três criaturas "humanoides" nas sombras o encarando e ele correu na direção oposta até que tivesse fora da caverna. Alguns dias depois ele voltou com mais três homens para buscar sua câmera e o lampião que tinham ficado lá. 

Essa imagem estava no filme.


A última entrevista de Charlie Noonan


Charlie Noonan foi um folclorista amador que viajava pelo Sul e sudoeste dos Estados Unidos no começo do século 20, coletando lendas e histórias sobrenaturais. De acordo com sua esposa, Ellie, foi contada a Charlie uma história por um fazendeiro de Oklahoma sobre uma estranha mulher que vivia sozinha em uma propriedade isolada na divisa do estado. O fazendeiro afirmou que a mulher não era realmente uma mulher, mas outra coisa, algo que escondia sua verdadeira natureza com um lenço na cabeça e nunca era vista sem um enorme cachorro do seu lado. Noonan estava aparentemente muito intrigado e foi atrás dessa senhora em uma de suas viagens. Ele nunca mais foi visto.

Ellie Noonan foi contatada mais tarde por um penhorista de Tulsa que se lembrava de ter lido nos jornais sobre o desaparecimento do marido dela, depois de ver o nome dele gravado em uma câmera que tinha sido vendido em sua loja por um itinerante. O penhorista devolveu-a a câmera, e Sra. Noonan revelou o filme que estava dentro tentando achar pistas do desaparecimento o marido. Essa era a única foto no rolo. Infelizmente, nem o local da propriedade, nem o nome do fazendeiro que tinha  contado a história estava anotado nas anotações de Noonan. 


23/05/2013

O Caso de Clifford Hoyt

Clifford Hoyt, 31 anos, sofreu um sério acidente automobilístico em 1999. Após sair do coma, ele falou apavoradamente à uma enfermeira que ele tinha morrido e visitado o Inferno. Ele expôs as torturas e a agonia que foi submetido em detalhes assustadores. Ele recusou tratamento psicológico e foi liberado do hospital.

Algumas semanas depois, os vizinhos de Hoyt reclamaram ao seu senhorio sobre uma estranha música que estava tocando no apartamento dele por horas de madrugada. Depois de uma investigação, o dono do prédio achou Clifford nestas condições. O Sr. Hoyt estava um tanto lúcido e protestante quando o senhorio tentou chamar a polícia.

Preocupado com o estrago feito em sua propriedade, ele tirou fotos do apartamento, o qual a imagem acima é um exemplo. Ele foi embora e contatou a família de Clifford que então chamaram as autoridades.Clifford alegou que demônios do inferno estavam ainda tentando o capturar. Ele explicou que seu corpo queimava sem cessar a não ser que ele tocasse música para assustar os demônios. Ele apenas saia de casa por curtos períodos de tempo para pegar suprimentos, incluindo um grande bloco de gelo para acalmar a sensação de queimadura que ele sentia ao tentar dormir.

Os médicos de Clifford atribuíram as ações dele como um dano no cérebro sofrido no acidente de carro. Ele atualmente reside em uma clínica de reabilitação mental em Maryland.

Senhora da janela

Adam estava trabalhando reconstruindo um telhado em uma casa em Illinois. Ele tirou essa foto com seu celular de seus colegas. A história que ele me contou é que eles foram contratados por novos moradores para reconstruir o telhado e o forro. 

De acordo com ele a senhora que morava ali tinha morrido faziam três meses. Eles estavam trabalhando na casa vazia por dois dias e não tinham visto ninguém por lá. Eu sei que a foto parece suspeita, mas Adam não é do tipo que mente em relação ao sobrenatural. 

21/05/2013

Sasquatch

Algo estranho está à espreita nas florestas nevadas da Pensilvânia, e uma mulher alega ter capturado em sua câmera evidencias da criatura.

Uma mulher chamada Polly foi ao Facebook alguns dias atrás, a fim de postar esta foto de um "Sasquatch"que foi capturado na propriedade rural de uma amiga dela. Como todas as imagens de criaturas místicas, o zoom digital foi claramente dobrado ao máximo, ficando totalmente pixelada e impossível de distinguir detalhes, mas parece mostrar uma criatura agachada desengonçada, movendo-se nas quatro paras. Polly disse aos seus amigos do Facebook que a criatura não tinha medo dos humanos e andava como um macaco.

"Um amigo meu mora na Pensilvânia e viu isso quando estava chamando seus cachorros para dentro de casa. Ela ficou assustada, porque a coisa não correu dela. Ela tem dois grandes e negros chow-chows. Achamos que ela viu um bebê Sasquatch. E é isso que ela acha também, porque ela nunca tinha visto nada parecido. Ela sabe como um urso se parece, e ela disse que parecia um pouco com um gorila - Polly


20/05/2013

Creeper da Semana: Nicolas Alves Do Nascimento


Idade: 15 anos

Estado: São Paulo

Como Conheceu o Blog/Por que gosta de Creepypastas: Bom, conheci o blog de uma maneira inusitada... Tudo começou comigo vendo um vídeo do Ambu.

Bom eu estava vendo o vídeo e sai rapidamente da frente do notebook. Então, do nada, meu gato pulou em cima do teclado e de alguma forma eu fui redirecionado para o blog. Enfim, tudo muito estranho, mas comecei a ler e me identifiquei logo de cara com o conteúdo. Eu gosto de Creepypastas desde que eu me conheço por gente. Sempre adorei traduzir Creepypastas para poder ler algumas coisas inéditas de vez em quando.

Enfim, é isso. Espero ser o Creeper da Semana ;)

Contato pessoal:
Email: chipolas_itu@hotmail.com
Facebook: chipolas_itu@hotmail.com
Skype: nicolas.alves8

(Creeper de Semana - 20/05/2013 à 26/05/2013)

Quer se tornar o próximo Creeper da Semana? Clique aqui e saiba como!

19/05/2013

Creepypasta dos Fãs: A carta de meu irmão


O texto que segue abaixo é a única pista do desaparecimento do meu irmão. Foi encontrada no taxi em que ele voltava para casa. O taxi estava em perfeito estado, com o taxista inconciente dentro dele sem nenhum arranhão. Enquanto meu irmão, desde então, não apareceu. Ele havia sido internado em um manicomio alguns meses depois de ler uma lenda urbana na internet sobre o Slender Man. A letra dele estava incomparavelmente ilegível (por isso foi tão fácil de reconhece-la) e por isso algumas palavras estavam impossíveis de serem lidas, então ignorem qualquer frase sem nexo pois eu realmente não pudi entender algumas palavras.

"Eu era uma pessoa comum, gostava de festas, tinha amigos, estudava... Mas havia algo que eu realmente amava fazer: assustar as pessoas. Eu realmente amava pregar peças em meus amigos, contar historias de terror, dar sustos, armar surpresas, coisas do tipo. Era mesmo muito engraçado ve-los se assustando. Mas não foi nada engraçado no dia em que eu me assustei.

Eu costumava ler lendas urbanas na internet, as famosas "creepypastas" e sempre arrancava várias noites em claro dos meus amigos com medo. Porém, nenhuma delas me assustava. Na verdade eu ria da maioria delas. Porém, teve uma que realmente mexeu comigo. Uma que não me fez rir, uma que eu não gostava de contar a ninguém: A lenda do Slender Man. Ou homem esguio.

Dizia a lenda que o Slender Man era um homem alto, de terno preto, com a pele extremamente pálida e sem rosto. E que vários tentáculos saiam de suas costas. Normal, você diria. Traumatizante, eu digo. Ele aparecia para pessoas que pesquisassem sobre ele e quanto mais você pesquisasse, mais chances havia dele aparecer para você. Isso aumentou bastante a minha curiosidade (e o meu medo, que pela primeira vez na vida estava começando a trabalhar).

Passava o dia todo pesquisando sobre ele, o homem esguio. Lia relatos de pessoas que alegavam te-lo visto, via várias fotos de supostas aparições dele em público... O slender se tornou o meu vício. Eu já não saía mais de casa, eu não vivia mais, quase não ia mais para a escola... Todos estavam se preocupando comigo e dizendo que eu estava ficando louco. E isso realmente estava para acontecer.

Desde que eu comecei as pesquisas, comecei a ter pesadelos diários com o Slender Man toda vez que eu dormia. Toda santa vez. Na maioria dos sonhos eu estava voltando pra casa em um carro amarelo e saía dele encontrando o Slender em baixo de um poste de luz. Logo depois disso eu acordava. Também sonhava com cadáveres perfurados por galhos de árvore e coisas do tipo, todos pendurados sobre árvores bem altas em uma floresta escura. Esses pesadelos iam se tornando mais claros e mais nítidos a cada vez que eu pesquisava mais sobre ele.

Depois de muita persistência da minha família e amigos, comecei a frequentar regularmente um psicólogo, o qual disse que era normal sentir medo pela primeira vez. O que o preocupava era esse medo estar se tornando um vício. O ignorei. Continuei pesquisando sobre o Slender cada vez mais. Até que eu encontrei em cima da minha cama um papel e nele havia escrito 'Sempre vê, não tem olhos'. Essa era uma frase comum nas lendas sobre o Slender, e comum nos meus sonhos também. Eu enlouqueci, comecei a gritar e a chorar, quebrei tudo no meu quarto. Meus pais e meu irmão foram ao meu quarto ver o que estava havendo e eles não viram nenhuma carta. Nem eu a via mais. Ela teria sumido logo quando minha família entrou no meu quarto.

Depois daquele dia minha mãe ficou ainda mais preocupada comigo me obrigando a passar mais tempo ainda no psicólogo e me acompanhando na maioria das vezes. O psicólogo disse a mesma coisa que todos: aquela carta era algo da minha cabeça devido à minha obcessão por ele. Ignorei. Aquela carta realmente estava lá

Passei a noite em claro com medo de acordar e encontrar outro papel. Quando eu finalmente consegui dormir, sonhei com outra carta: 'Sem saída'. Acordei imediatamente com a carta ao meu lado na cama e a janela aberta. Gelei, minha respiração parou, eu estava prestes a morrer ao ver que meus pesadelos tinham se tornados reais: Por dois segundos vi o próprio Slender na minha janela. Mesmo sem olhos, eu soube que ele estava me observando. Quando finalmente voltei para mim foi quando ele sumiu e eu gritei por socorro e novamente nada da carta. Meus pais me internaram imediatamente em um manicômio depois daquele dia. E lentamente eu fui me recuperando...

Três meses se passaram... meus pesadelos foram embora. As cartas foram embora. Não tinha mais nenhuma lembrança daquilo tudo e havia recebido alta. Eu estava super feliz por estar voltando para casa, eram nove horas da noite, o taxi havia atrasado. Eu esperava ansiosamente até que ele chegou. Me despedi do pessoal e finalmente fui embora. Sozinho.

Era tarde, estava frio, uma névoa cobria a estrada. Todos esses elementos me levaram a dormir ali no taxi mesmo... Não me recordo bem do meu sonho, mas eu vi o Slender, com certeza. Aquilo me deixou bastante assustado e inquieto assim que acordei com a voz do taxista avisando que o pneu estava furado e pediu para que eu descesse para ele trocar. Desci, o observei tentar trocar o pneu e logo ele avisou que o step também estava furado. Não me preocupei pois ele disse que iria procurar algum lugar próximo onde pudessemos fazer uma ligação (nenhum dos nossos celulares tinha sinal) enquanto eu ficava de olho no taxi.

Esperei sozinho ali naquele frio cortante pensando em o quão louco eu tinha ficado... O vento começou a ficar mais forte enquanto eu rapidamente lembrava de todas as coisas que eu sabia sobre o Slender Man, todas as fotos que vi, todos os pesadelos que tive. TUDO. E agradeci a Deus por ter me livrado de tudo aquilo. Virei meu rosto para um dos postes de luz, e foi ali que eu percebi que o Slender Man saiu dos meus pesadelos para entrar na minha vida real. Eu estava de frente para ele. E sim... Ele era tão assustador quando parecia ser."

E essa foi a única pista que meu irmão deixou logo após sumir misteriosamente.

Escrito/Enviado por: Lazaro

Creepypasta dos Fãs: Sempre junto de você...



Sabe aquela sensação de estar sendo observado, mesmo quando você está sozinho e não há ninguém por perto ? Pois então, talvez você esteja realmente.

Você com certeza já sentiu isso, é normal, todos os humanos já sentiram. E eu posso explicar, se você quiser...Na maioria das vezes, não é um sentimento aleatório e sem sentido, na grande maioria das vezes, é a realidade, há algo ou alguém te observando, mas você não pode vê-la. Apenas sentir sua presença.

Não estou querendo lhe amedrontar meu amigo, isso é só uma espécie de...alerta. É que a volta dos seres humanos, pessoas assim como você que está lendo esse texto, existem outros seres, que não podem ser vistos, mas podem ser sentidos. Eles podem ser tanto entidades boa, como entidades más. Podem estar ali para cuidar de você e te proteger, como para atrapalharem sua vida, lhe fazer mal, deixa-lo assustado. E eles fazem isso para roubas suas energias e assim ficarem mais forte. Eles são movidos pelos nossos sentimentos, enquanto nas entidades boas a alegria é o que lhes dá “combustível”, nas entidades más o que lhes dá esse “gás”, é o seu medo. Mas para ambos os seres, sua atividade favorita é lhes observar, em todos os momentos da sua vida, do momento que você acorda e vai escovar seus dentes até a hora que você está dormindo.

Deveria ser normal para qualquer um, afinal nós somos presença constante em suas vidas. Mas, vocês insistem em se assustar, nos chamar de assombrações. Por favor, nós não somos nada disso. Somos apenas, anjos. Sim, anos da guarda e anjos caídos, que estamos aqui na terra para cuidar de vocês ou lhes atormentar. E acredite, é você mesmo quem escolhe quem fica ao seu lado. Se você for bom, vai ter um anjo da guarda, bondoso e puro ao seu lado, cuidando de você. Agora, se você for uma má pessoa, se gostar de fazer o mal, logo você terá um anjo caído junto de ti. Mas é como eu já disse, o que todos eles mais gostam é te observar. E quando eles se “concentram” demais, você pode sentir um ligeiro incomodo, é justamente nessas horas que você mais consegue “sentir” a presença deles.

Olhar não mata, deixe de ser chato e não se importe. Quando essa sensação lhe ocorrer novamente, ignore. Nós estamos escondidos nos cantos escuros do seu quarto, embaixo da sua cama, atrás do seu roupão no banheiro, em cima do seu armário. Nós somos a sua sombra. Estamos só te observando, em todos os lugares e momentos, não precisa se sentir mal, não vamos te machucar.

Atrás de qualquer ser humano, sempre há um de nós. Acredite. Nesse exato momento, em que você está aí lendo o que eu digo, há um atrás de você,  apenas  te observando...

De um sorriso e agrade essa pobre criatura que passa a eternidade, só de olho em você. Nós fazemos tanto por você, o mínimo que você poderia fazer é sorrir para nós. Vocês fazem tanto isso quando vão se olhar no espelho. Sabe o que você vê? O seu reflexo? Pois então, não é você. Somos nós. Mais uma vez, ali, do outro lado do espelho, no nosso singelo universo particular apenas...te observando.

Você de estar pensando, afinal qual tipo de anjo está ao seu lado? Um anjo da guarda ou um caído ? Bom, é fácil descobrir. Olhe para dentro de si e veja, reflita, pense bem...você tem sido uma boa ou uma má pessoa? Você tem cometido muitos pecados? Tem praticado boas ações? Afinal, que anjo você acha que você merece? Difícil né?

 Hahahaha Obrigado, sua confusão mental me fez sorrir um pouco. Mas é fácil descobrir, é só procurar o seu anjo, ás vezes você consegue enxerga-los. Só precisa saber onde ele está. Quer saber onde ele está? Releia a primeira palavra de cada bloco, meu caro amigo...

Escrito/Enviado por: Luiz Gabriel

Creepypasta dos Fãs: Velório


De uns tempos para cá, comecei a me interessar por uma parte do mundo virtual que poucos conhecem, a Deep Web. O principal problema que encontrei em minhas pesquisas é o fato de que a maioria dos sites que resolvem falar disso tem as mesmas fontes, provavelmente achadas apenas escrevendo “Deep Web” no google e lendo os primeiros resultados, o que acaba criando posts praticamente iguais. Seja por medo instaurado por esses sites, de que a DW é perigosa, muitos nem se arriscam a adentrar esse mundo secundário. E não é para menos, já que ali eles falam que encontrar pedofilia e assassinatos é algo garantido, tornando aqueles mais fracos cautelosos de apenas buscar isso no google. Fui em frente em minhas pesquisas e fiz o que parecia garantido em alguns sites: baixei o TOR e comecei a andar pelos sites .onion, que não são nada mais do que isso, uma cebola, camadas e mais camadas que adentram um mundo cada vez mais diferente do que somos acostumados.

Nesse mundo paralelo vi de tudo, o que achavam que tinha e ainda mais, como assassinatos a plena luz do dia, sangue chovendo dos céus, experiências em seres humanos e animais em busca da quimera perfeita, abduções, operações, autópsias e todo tipo de coisa que nunca seria levada em consideração num mundo aberto. Contei algumas dessas minhas experiências a meus amigos e muitos se interessaram, o que nos levou a criar a nossa própria camada da cebola. Esse foi só o primeiro de meus problemas, mas como todas as péssimas ideias, na hora pareceu que eu era um gênio. Eu e mais uns 5 amigos com conhecimentos de códigos e criptografia nos dedicamos a criar um fórum, algo simples, para que pudéssemos falar uns com os outros sem sermos incomodados por pessoas irrelevantes e que eram alheias a nossas conversas.

Nos primeiros 3 meses tudo corria bem, falávamos sobre pessoas de nossos colégio, fatos sobre a vizinhança, lá eu colocava algumas fotos que eu tirava de maneira secreta, como aquela vizinha tomando banho, o carteiro roubando cartas ou um casal de mendigos brigando por causa de um pedaço de repolho estragado e meus amigos faziam o mesmo, com relatos de transas, do que pensavam realmente em algumas conversas, fotos de animais mortos e de acidentes de automóvel que por sorte, éramos as vezes os primeiros a chegar e ver os corpos, estendidos no chão, estraçalhados pelo para-brisa.

Como fundador do fórum, eu tinha algum poder ali, mas não precisava usar muito ele, já que todos sabiam o que postar sem passar dos limites.

Mas uma vez, um deles (agora posso falar seu nome verdadeiro, pois não fará diferença) o Marcos, não seguiu as regras e fez o que não devia. Ele estava sumido havia algumas semanas do colégio e numa tarde de quinta, ele aparece, nos olha e sabíamos o que aquilo significava,que teríamos nossas respostas quando chegássemos em casa, no nosso espaço. Aquela tarde passou de um jeito que pareceu ser uma década, e quando o sinal tocou e nos dirigimos a nossas casas, ativei minhas proteções e adentrei o nosso lugar, onde já tinha um tópico chamado "como se fossem pequenas baquetas". O tópico se entendia por diversas postagens, a maioria dos meus outros amigos, indagando e especulando o que poderia ter acontecido. Sempre nos deixando curiosos, eles postava apenas uma linha, dizendo: "aguardem, estou escrevendo e colocando as fotos. E vídeos."

Eram quase 3 da manhã quando ele postou o que estava planejando. Apesar de termos visto tudo na internet, a visível e a invisível, nenhum de nós estava preparado para aquilo que havia caído em nossos colos. Vou colocar uma versão resumida dos fatos abaixo, o que meu cérebro consegue lembrar e que, depois de todos esses dias, ainda não bloqueou.

"Olá a todos, me ausentei essas semanas pois tive uma viagem a fazer com meus pais. Foi uma ótima viagem e dela, tenho uma história que se encaixa muito bem em nosso espaço e que acredito, todos vocês gostarão de ler. Era uma tarde quente e eu e minha mãe andávamos pelo calçadão, mas a andada dela por diversos shoppings e lojas idiotas me deixou cansado, foi onde a deixei para trás e resolvi fazer meu próprio passeio. Ruela após ruela, acabei chegando a um lugar onde haviam muitas pessoas ao chão, se drogando e uma dessas pessoas me chamou a atenção, pois era uma garota de uns 20 anos, já seca de tanto que havia consumido em seus poucos tempos de vicio. Mas isso não era o impressionante, do seu lado, havia uma criança, devia ter um ano, nunca saberei. Vendo aquilo, me aproximei para falar com a mãe, a qual me pediu dinheiro para sua próxima dose. como tinha alguns trocados no bolso, me ofereci para comprar sua criança. ela aceitou e comprei o jovem garoto por 30 reais. Nas proximidades dali, encontrei um lugar que consegui alugar um quarto por 10 reais.

Quarto era bondade, pois ali só havia uma cama, uma banqueta e uma pequena pia, que usei

para lavar o garoto imundo. Passei água em todas as dobrinhas dele, lavei o cabelo o melhor que pude, e depois, o deitei na cama. Tirei minha roupa também, e sentei do lado dele e para vê-lo dormir o sono dos justos e dos condenados, o sono daqueles que sabem que a Morte se aproxima. Morte essa que, dessa vez, usava minhas mãos como seu instrumento para destruição, trazendo o fim para aquela pequena figura. Levantei, peguei a banqueta e a acertei em sua cabeça, bem no meio da testa, onde seus cabelos logo se molharam de sangue. As coisas são bem diferentes nos filmes, digo a vocês, pois tive que acertar 4 vezes até o crânio rachar e sua massa encefálica se espalhar pelo lençol sujo que tinha na cama. Fiquei admirando aquilo tudo se espalhando pela cama, cada pedaço daquela massa cinzenta que poderia era um ser humano poucos segundos atrás e, com meu celular, filmei o vídeo e tirei as fotos que vocês podem conferir abaixo. O que seriam as pequenas baquetas do titulo? Ele tinha pernas lindas, e os ossos de sua coxa eram de uma brancura impecável. Raspar aqueles ossos e músculos de sua perna foi a coisa mais difícil daquele dia, pois aquela carne era muito macia e escorregava de minhas mãos, mas no fim, valeu a pena. os ossos eram duas lindas baquetas, que coloquei no bolso, enquanto moía o restante dos ossos e jogava descarga abaixo, que sugou tudo sem nenhum problema. rapidamente, me lavei na pia o pouco de sangue que havia respingado em mim e me vesti.

Na saída, ninguém me perguntou onde estava o menino que me acompanhava na entrada, mas eu sabia, quem ia ali não queria ser incomodado por perguntas, pois ninguém iria querer saber as respostas. Voltei até onde havia deixado minha mãe e aqui estou contando essa história a vocês. O que acharam?"

Aqui acabava o post de Marcos. Fiquei sem palavras. Encarei a tela de meu computador durante um tempo que me pareceu horas, mas quando o telefone tocou, vi que não havia se passado mais do que 30 minutos da hora da postagem dele. Era uns de meus outros amigos, perguntando o que eu faria. Porque eu? hoje, sei que todos estavam apavorados, e que minha decisão ali não foi a melhor de todas. Chamei a policia. Expliquei a história a eles, e recebi a promessa de que iam mandar uma viatura à casa de Marcos. Soube depois, pelo jornal, que naquela hora Marcos já havia matado seus pais e que, da maneira que acharam os corpos, ele estava na cozinha com o gás ligado. De acordo com a transmissão final dos dois guardas, que iam passando de cômodo em cômodo olhando o rastro de morte e a crueldade estampada nos corpos, observando que aquilo era obra de uma pessoa muito perturbada. Ao entrarem a cozinha, a ultima frase deles foi uma observação sobre o cheiro de gás, logo seguida de uma explosão e o corte da comunicação.

O corpo dos policiais foi encontrado alguns metros dali, pelo menos alguns pedaços. Imagino que ao trancar o tópico, ele tenha entendido minha intenção e fez o que fez. Mas isso não é o final.

Não ainda.

Hoje, 3 dias após o tópico ser postado, após o velório simbólico, entro novamente em nosso fórum para reler o relato que nos trouxe até esse desfecho aterrorizante. Mas algo estava errado. O tópico, que eu tinha a certeza que tinha trancado, estava aberto e nele, mais uma postagem o encerrava. ela dizia o seguinte: "A morte chegou para meus pais e para meu primo, aquele que nos acompanhou na nossa viagem de volta. E você, que não soube guardar segredo, teremos nossa conversa." Logo após essa postagem, tinha uma foto, que apenas mostrava a porta de meu guarda-roupa. Minha espinha parecia que tinha congelado, pois a data da foto mostrava o dia de hoje. Me levantei e fui até a porta, que abri e o que tinha lá me assombra os sonhos até hoje. A cabeça de um gato que rola até meus pés e o corpo dele, em pedaços, espalhando o cheiro de podre em minhas roupas. e na porta, escrito com o sangue daquele animal, apenas duas palavras: nos falamos.

Sei que sou uma futura vitima, mas quando?

Escrito/Enviado por: Carlos Santhyago

Du, Dudu e Edu: O Episódio Perdido


Como você deve saber, o famoso desenho "Du, Dudu e Edu" foi transmitido durante um longo tempo. Estreou em 1999, e saiu do ar em 2009, com o lançamento do filme “Todos Contra os Dus”, que concluiu a série. No entanto, entre 7 de outubro de 2003 e 21 de outubro de 2003, o episódio 34 foi acidentalmente lançado uma semana antes da data que havia sido agendada. Também fora descoberto por alguns funcionários do escritório que o escritor primário estava gripado nesse dia, e ao invés de transmitir o episódio 34, ele teria que reprisar um episódio antigo, como havia sido agendado. Às 05h00 do horário ocidental, algumas pessoas relataram sobre um novo episódio muito preocupante que havia estreado no Cartoon Network - algumas crianças foram infelizes o suficiente para assisti-lo.

Aparentemente, a qualidade do episódio era medíocre quando comparada aos padrões normais. A animação era tremida e instável, e o som era muito abafado. Relatos de uma linha passando para cima e para baixo, semelhante a uma fita VHS de baixa qualidade, também estavam presentes. O cenário fora descrito como "predominantemente escuro e depressivo, sem alterações de ambientes e outros objetos de fundo; tudo parecia bastante nebuloso".

Os personagens também se comportavam de forma estranha. Ao invés das personalidades patetas de cada personagem, os telespectadores reclamaram que eles pareciam extremamente agitados, bastante odiosos entre eles mesmos, e sempre parecendo prestes a começar a chorar após as falas. Aa vozes dos protagonistas também tinham uma entonação muito estranha - não se sabe o porque, mas eles falava em um tom relativamente sexual, o que incomodara os telespectadores.

Eu era um desses telespectadores.

O episódio começou com Edu andando pela rua com Du. Notei que o Dudu estava ausente. Havia um ângulo frontal deles, que mostrava os dois caminhando em direção ao tespectador. Ele (Edu) estava com um olhar irritado em seu rosto (que ele faz quando algo vai mal); seus olhos estavam vermelhos ao redor da íris. Du parecia absolutamente arrasado e estava praticamente se arrastando atrás do Edu, com lágrimas nos olho. Seu olhar parecia cansado e ao mesmo tempo assustado. 


Kevin, o antagonista da série, estava andando de bicicleta em frente aos Dus, indo em direção a eles. A imagem ficara bastante desfocada nessa parte, e somente gemidos podiam ser ouvidos vindo de Edu, antes de Kevin bater nele com a bicicleta, o que não fora mostrado já que a tela ficara preta.

A tela então voltou ao normal e Kevin estava novamente dirigindo pra cima do Edu – a imagem estava tão embaçada desta vez, que tudo que eu conseguia ver era uma mancha verde indo em direção a uma amarela. Mais uma vez, o som do gemido, só que desta vez ele soava como se o microfone estivesse quebrado, já que um barulho alto de estática veio junto, quase ofuscando o gemido.

Em seguida, a tela cortou para mostrar uma seqüência em “claymation” de Dudu dormindo na cama roxa do Edu. Honestamente, pode ter sido apenas o modo abrupto como isso apareceu, mas eu pulei e estremeci de susto. Ele então acorda e sai da cama, e anda estranhamente ao redor do pequeno quarto circular, o som dos passos sendo o único áudio de toda a cena. E então, a câmera se afasta e mostra uma visão periférica de todo o quarto.

Não havia portas visíveis.

Dudu começou a rosnar (parecia até um gato) enquanto ele se movia freneticamente ao redor da sala. Ele caminhava cada vez mais rápido, até que a tela começou a borrar mais uma vez; a cor roxa da sala roxa se transformara agora em um borrão laranja.

Em seguida, um close extremo da porta da frente; Edu estava sentado em frente à porta, em silêncio absoluto para um irritantemente longo tempo - pelo menos dois minutos de silêncio mortal e uma porta.

Na próxima cena, vemos Jimmy e Sarah dentro de algum tipo
 de hospital (provavelmente, algum hospital dental). Jimmy, cuja vista estava totalmente obstruída por uma lâmpada pendurada, gritava em voz alta enquanto Sarah tentava confortá-lo de uma forma invulgarmente calma. "Isso dói, Sarah... Dói muito...”. De repente, a porta do quarto se abriu com tudo para mostrar um novo personagem: um dentista. Seu rosto não fora mostrado porque ele era alto o suficiente para estar fora do ângulo da câmera. Sarah foi levada para fora da sala, e então, a câmera foca em Jimmy.

Seu aparelho fora totalmente mutilado, a parte da frente curvada para cima, esticando seus lábios em proporções muito estragadas. A parte da frente de suas gengivas estava escorrendo sangue, e faltavam alguns de seus dentes. A parte mais perturbadora, foi que ele havia perdido ambos os braços e as pernas, e ficara paraplégico. Eu quase chorei quando a cena mudou para uma espécie de flashback de todos os garotos da rua batendo nele e estragando todo seu aparelho, violentamente. Após essa cena, a câmera então foca no rosto deformado dele por alguns segundos, ainda como uma imagem, silenciosa.

E então, os comerciais aparecem.

Após isso, somos instantaneamente apresentados a uma cena com Rolf, muito peludo e barbudo, dentro de seu galpão escuro, batendo e socando sua vaca repetidamente, sem nenhuma razão aparente. A imagem começa a ficar embaçada novamente, enquanto a cena muda aos poucos.

Agora, a câmera mostrava Nazz lendo uma revista em seu sofá. A qualidade agora estava perfeita.

Edu agora estava sozinho, sem Du. A qualidade vai piorando aos poucos enquanto ele estava andando; o sol agora aliviava um pouco o humor, enquanto ele sorria para a câmera e começava a correr de seu jeito tradicional. A porta é mostrada novamente e vemos tudo através dos olhos de Edu, enquanto ele chega e abre. Sua casa estava agradavelmente organizada e brilhante, mas um violino muito ruim tocava ao fundo; era o único áudio nessa cena. Então, ele faz o seu caminho através da casa, e abre a porta de seu quarto. A câmera então corta para mostrar seu rosto, e seu sorriso havia sumido; seus olhos estavam vermelhos, e ele tinha um olhar de preocupação. Porém, antes de vermos o porque, a tela muda para um outra cena.

Johnny então é mostrado debaixo das almofadas do sofá de Nazz, e ele então rasteja para fora de uma forma bastante cômica e aparece atrás dela, ainda inconsciente. Eu ri, porque alguém se esqueceu de desenhar os olhos dele nessa cena, fazendo com que ele parecesse uma toupeira. De repente, eu parei de rir quando ele começou a devorar a cabeça de Nazz, ainda de forma caricatural, claro, mas isso era diferente. Ambos permaneceram assim, até que sangue começou a vazar da boca de Johnny. A partir desse ponto, ela começou a chutar e a lutar, tentando sair de lá. Johnny a segurou assim até ela eventualmente ficar meio mole. Um zoom em seu rosto revelou olhos extremamente pequenos e humanos.

A cena então muda para Dudu. Ele estava deitado no chão do quarto de Edu, não mais em “claymation”. A câmara mostrava a casa de Edu pelo resto do episódio (cerca de 3 minutos), e então, o programa seguinte começou a ser transmitido.

Ninguém nunca descobriu o porquê desse episódio. A emissora tentou deixar esse assunto no anonimato, se desculpando para todas as famílias que fizeram esses relatos e fazendo o possível para ocultar qualquer coisa sobre esse tal episódio para a mídia. Seu significado é indiscutivelmente perturbador, mas não fora desvendado por ninguém até hoje.