18/09/2014

Queen's Bay

Dizem que há muito tempo, quando Queen’s Bay era apenas uma pequena vila pesqueira, Maura, a jovem esposa do prefeito, foi assassinada pela “Rainha”.

Não sou eu quem dirá se é realmente verdade, mas eu sei que algumas noites são mais frias que outras. Veja bem, você é muito jovem para lembrar-se, mas a sua mãe costumava administrar uma hospedaria onde a Lady Maura costumava viver. E havia algumas noites, jovenzinho, que você costumava acordar gritando, pois “uma mulher assustadora estava olhando para você.”

Pode rir se quiser, mas a sua mãe nunca se importou muito com isso. Até aquela noite, quando você não acordou. Ela já o tinha posto para dormir e retornado para a sala, preparou uma taça de vinho e começou a contar os lucros do dia. Quase uma hora depois ouviu o som de algo caindo no seu quarto no andar acima. Pensando que você estivesse acordando de outro dos seus pesadelos, ela hesitou em subir, esperando que você começasse a chorar para que ela fosse ‘salva-lo’. O estranho, meu jovenzinho, é que você não chorou.

Ela eventualmente fechou as portas e janelas, pensando que você já tinha voltado a dormir, apagou as luzes e foi para seu próprio quarto.

A manhã chegou, e você estava atrasado para o café. Depois de chama-lo várias vezes, ela subiu para o seu quarto. Posso lhe dizer que ela realmente estava furiosa com você – sua mãe estava com várias pessoas esperando pelo café, e com um garotinho muito preguiçoso que não queria sair da cama.

Ela ficou terrivelmente assustada quando entrou no seu quarto e o encontrou vazio. A janela estava aberta, e o cavalinho de brinquedo que ficava no peitoril da janela estava despedaçado no chão. Os lençóis da cama estavam todos jogados pelo quarto, e você não estava em lugar algum – as únicas evidências eram as marcas de um sapato feminino, e algumas gotas de sangue.

A cidade inteira decidiu unir-se para procura-lo naquela manhã. Por dias, procuramos de cima para baixo sem sucesso. Arrasados, retornamos para casa decididos a esperar por notícias.

Não se completou nem uma semana quando a sua mãe, ainda inconsolável, ouviu outro som vindo do seu quarto, no meio da noite. Esperando que você de alguma forma tivesse retornado, ela correu escada acima para encontrar a porta do seu quarto aberta e uma jovem mulher – linda, é o que dizem – o colocando em sua cama. Sua mãe gritou e a mulher olhou para ela. Posso lembrar-me das palavras da sua mãe, assim como ela as disse pela primeira vez: “Aquela mulher... seu cabelo era loiro, seus olhos azuis como uma centaurea. Ela tinha um sorriso triste, e uma fina linha vermelha que corria pelo pescoço.” Quando sua mãe se aproximou, a mulher desapareceu como se fosse feita de fumaça, que agora era soprada pelo vento em direção ao nada.

O clérigo da cidade nos contou que a coisa poderia ser um Changeling ou algum outro espírito maligno que o tinha levado – um dos servos da corte da rainha. Mas naquela noite a sua mãe o aninhou, gritando. Isso foi tudo o que pudemos fazer para tirar o seu corpo gelado e sem vida dos braços dela.

Oh, meu garoto. Sua pobre mãe, logo depois de tirar a própria vida, me fez jurar que visitaria o seu doce túmulo uma vez por ano para contar-lhe essa história. Ela não queria que você esquecesse a coisa em forma de mulher que o tirou de nós, e como ela o verá em breve.

Creepypasta dos Fãs: Vamos Fazer uma Coisa?

Olá leitores, como vão, como anda a vida de vocês? Vamos fazer uma coisa? Hoje eu estou escrevendo esta história, o acordo é o seguinte, ou você fecha o texto ou você lê, mas após começar a leitura, você tem que jurar que não parará até terminar de ler, até o ultimo ponto, mas se você ler, isso trará grandes consequências, então eu lhe recomendo a fechar o texto e continuar a sua vida monótona, mas se você quiser ler sabendo das consequências prossiga o texto após o três...

Um...

Dois...

Três...

Hum... Você é corajoso, vou lhe repetir um ditado... Quem brinca com fogo... Acaba se queimando...
...
...
...
...
...
Ele era um bom homem, ele era muito jovem para ter este fim- Era oque se ouvia em seu velório, Gabriel Marques havia acabado de completar seus vinte anos e já estava em um caixão... Pobre garoto, ele era uma pessoa curiosa, ele adorava histórias que lia na internet e ouvia no youtube, ele procurava histórias por todos os sites, mas ele era realmente obcecado em creepypastas, ele lia todas as noites, ele pensava que não traria mau algum ver algumas historias, ele pensava que tudo não havia existido, que tudo era somente ficção, mas ele estava errado, o mundo tem um lado obscuro onde não se tem a certeza do que ou quem está lá, mas ele era corajoso (Que nem você leitor), ele queria saber oque estava escondido.

Um belo dia Gabriel encontrou uma pessoa, era uma pessoa oculta, ele não tinha proximidade com ninguém que estava naquela boate, ele estava sentado em uma mesa sozinho, parecia ter no mínimo 1,80 de altura, Gabriel, (ha ha) era tão insolente e ingênuo, ele foi falar com o homem, se ele soubesse o erro que ele cometeu, ele havia a intenção de animar o homem sentado...

- Olá – Disse Gabriel

-...

- O que aconteceu?

- ... Por que vocês falam tanto dele...

- Dele quem?

- Do meu irmão ...

- Quem seria seu irmão?

- ...

- Qual é o seu nome?

- ... Woods...

- Ok Woods ... Tem telefone?

- …

- Ta então, te vejo por ai.

Ah Gabriel, se você soubesse o quão irritado você havia deixado Woods no momento em que perguntou o nome de seu irmão, talvez você ainda estaria aqui para viver por mais alguns anos...
Chegando em seu apartamento, notou uma janela aberta em seu notebook, e nela estava aberta o bloco de notas escrito ‘’Eu sou aquele que tem L e U no nome’’, Gabriel achou que fosse somente um vírus nada demais, e também havia uma guia da internet, que estava direcionada à uma reportagem, era um site onde não divulgava nomes de pessoas e nem o local, só indicava o crime, e lá estava falando de uma família que foi assassinada pelo filho mais novo, havia sido encontrado o pai e a mãe, mas o filho mais velho até hoje não havia sido encontrado, Gabriel achou que fosse mais algo daquele mesmo vírus e foi dormir.

No dia Seguinte, quando Gabriel estava em seu trabalho como caixa de mercado, notou dentro da caixa registradora, uma nota, escrita ‘’A última coisa que ouvi de meu irmão foi... ’’ a nota estava rasgada no final, foi naquele momento que ele notou que algo errado estava acontecendo, mas como ele era tolo, deixou lhe passar uma historia que já havia visto, você que está lendo sabe o nome da historia e o seu final, mas eu acho que diferente de Gabriel, você já notou quem é a pessoa que está lhe procurando...

No final da tarde, Gabriel já indo a caminho de seu apartamento, aquele momento estava frio a ponto de embaçar as vidraças das lojas, e uma das lojas lhe chamou atenção, era uma loja de livros, ele entrou e deu uma olhada, não achou nada que poderia comprar com seu dinheiro naquele momento, saindo da loja, ele olhou a vidraça, naquele momento Gabriel não tinha mais controle de si mesmo, ele havia ficado pálido, na vidraça havia sido escrito uma frase, muito familiar para pessoas que leem frequentemente à histórias de terror na internet, uma frase que deixa as pessoas com frio na nuca ao lembrar da cara horrenda de Jeff, lá estava escrito ‘’Vá Dormir’’, Gabriel agora tinha se dado conta, a pessoa que havia feito o bloco de notas, que havia deixado aberta a pagina de reportagens e que havia deixado o bilhete na caixa registradora era Liu Woods, ele correu, correu, correu, como se não houvesse amanha, mas de fato, naquele momento, não importava onde ele fosse Liu saberia onde ele esta...

Ele correu para casa de seus pais, mas eles haviam viajado, ele arrombou a porta, pegou uma faca e começou a falar: ‘’Saia Liu eu sei que você está aqui’’, assim foi feito, Liu saiu da sombra que se formava na sala, ele havia a face com varias marcas de pontos e também havia com ele uma faca, ele disse: ‘’Gostou das palavras escritas na vidraça?! Você vai adorar ouvi-las agora... ’’, foi quando Liu tacou a faca em seu ombro e começou a fazer vários cortes em seu peito, eram aleatórios e lentos, fazendo com que sua dor fosse ainda maior, quando Gabriel estava prestes a desmaiar, Liu cortou seus membros com muita violência e agilidade, e Disse: ’Vá Dormir’’ foi então que Liu cortou sua cabeça, mas antes dele sair, escreveu uma nota, nela dizia: ’’ Todos que divulgarem, ou souberem de minha existência, podem se considerados mortos. ASS: Liu Woods’’

Agora se lembram do nosso trato? Então, eu sou um cara muito orgulhoso, mas também sou extremamente rigoroso, e antes deste texto eu lhes falei das consequências, a consequência é ser caçado por um dos meus mais experientes caçadores, Liu não tem habilidades suficientes para fazer um arranhão em mim, então não se preocupe, eu não vou morrer, mas eu não diria o mesmo de você

...


Autor: Jefi Tequila

17/09/2014

Creepypasta dos Fãs: A Existência (Parte 1)

Eu era uma garota comum, pelo menos ao meu ponto de vista. Cabelos negros e pele alva, sempre me disseram que eu tinha algo misterioso no olhar por mais que meus olhos tivessem uma cor comum. Comecei a me interessar pelo sobrenatural e ler muito sobre essas coisas, via filmes e eles me deixavam cada vez mais fascinada sobre esses mundos fictícios mas sedutores para pessoas solitária e deslocadas como eu. Minha vontade sempre foi que alguém, ou algum ser, me resgatasse desse tédio em forma de planeta: A Terra.

No final do ano de 2008 eu tinha provas finais a fazer, tinha poucas pessoas na escola mas mesmo assim na pista de corrida eu encontrei um pequeno coração rosa de cristal, parecia bem velho pois tinha alguns arranhões, o que evidenciava de que ele era falso pois cristal não arranha assim. Fiz as provas e no horário de saída vi uma garota um tanto quanto desengonçada e fútil na pista procurando desesperadamente por algo, fui em sua direção e mostrei-lhe aquele pequeno objeto que eu obtive mais cedo, ela pulou de alegria, me abraçou e agradeceu por eu ter encontrado o "amuleto" dela. Conversamos bastante e nos próximos e últimos dias de prova nos tornamos amigas apesar de eu ainda a achar inútil.

O ano seguinte começou e eu reparei que o comportamento dessa garota mudou drasticamente, para pior em minha opinião, ela estava viciada no seriado "Winx" e só desenhava e falava sobre magia. Chegou até a comentar sobre uma história de 12 famílias e o castigo que membros dela receberam...criava personagens e carregava um colar peculiar em seu pescoço, era como uma pequena pintura de um céu estrelado com 3 estrelas em destaque, dizia ela que era o símbolo da família Strelária e que um dia ela se chamou Stella. Obviamente comecei a pensar que ela era completamente maluca ou estava tentando superar um trauma com a simples invenção dessa história maluca sobre magia,castelos,famílias e reencarnação.

Até o dia em que ela me chamou para conversar a sério e me disse algo que me deixou chocada, ela me disse que tudo aquilo era real...aleatoriamente ela foi escolhida para sonhar e receber lembranças do passado para reunir representantes dessas famílias para que assim protegessem seus amuletos que eram chaves para algo importante que deveria ser guardado! Mas não era só isso...era muito mais que isso, não estávamos limitadas a uma vida só mas sim há várias. Segundo ela nós tínhamos vindo inicialmente como entidades parecidas com Deuses.

Eu voltei para casa incrédula e não conseguia pensar direito, parecia bom demais para ser verdade...imagine se magia realmente existisse! mas eu ainda tinha o pensamento de que ela era louca! Parte minha queria aquilo pra minha vida...aquele desejo obscuro de saber mais sobre um mundo escondido e revelado apenas para poucos merecedores. A sensação de que finalmente algo irá preencher o vazio da sua alma que busca uma mísera migalha de esperança para você.

Eu sei que tudo parece confuso por agora mas explicarei tudo desde o começo...Os anos que se seguiram foram caóticos e cheios de frustrações! Porém eu posso lhes explicar desde o começo.Meu nome é Arianne e eu irei lhe contar a verdadeira história de nossa existência.

CONTINUA...

Autor: Dalila Rocha

Creepypasta dos Fãs: Silent Night

"O horror visível tem menos poder sobre alma do que o horror imaginado - Willam Shakespeare"

Ola, meu nome e Bryan, a historia que eu vou contar e real e aconteceu a três meses atras.
Sabe a maioria dos casamentos não duram muito e no meu caso não foi diferente, era a minha semana de ficar com a minha filha.

Então eu tive a ideia de irmos viajar para o área rural da cidade, isso pelo fato de meu pai morar em uma fazenda por lá, eu pensei que leva-la para ver o avó seria uma boa ideia, ela ainda não tinha aceitado a separação.

A área rural ficava muito longe então quando escureceu ainda faltava muito para chegar, minha filha já tinha apagado no banco de traz do carro e a estrada ficava cada vez mais enevoada, a nevoa não era assustadora, mais eu nunca gostei daquelas ruas do interior.

Depois de mais duas horas de viagem o maldito carro resolveu parar,minha pequena menina continuava a dormir suave mente, eu desci do carro para ver o que era e no mesmo momento que eu desci do carro a nevoa engrossar e o local com poucas arvores e o gigantesco campo de grama ficaram no silencio mais absoluto que eu já tinha ouvido.

Quando eu comecei a mexer no motor do carro eu comecei a ouvir barulhos e gritos vindo de trás, eu comecei a virar de acada minuto para ver o que era, mas sempre que eu virava não avia nada lá o medo tomou conta da minha alma, eu ficava tremendo enquanto mexia no motor do carro.

Depois de uns minutos os barulhos pararam, mas quando os barulhos pararam eu comecei a escutar uma respiração bem fraca, cada vez mais perto, e com se alguém ou alguma coisa estive-se
se aproximando eu tentei ignorar o som de respiração, mas quando você sente a respiração no seu pescoço você não consegue mais ignorar e vira.

Quando eu me viro não vejo nada, e com se alguém ou algo queria me torturar mentalmente antes de me matar, dessa vez eu demoro para voltar a mexer no motor, eu queria ter a certeza se era algo real ou alguma paranoia da minha cabeça, eu começo a gritar se tinha alguém ali mas eu não ouvia resposta alguma.

Voltei a mexer no motor e agora lua a estava bem no topo do céu, era uma cena bonita, ate eu sentir aquela respiração novamente, eu me virei mais rápido que eu podia e então eu o vejo, a criatura que me atormentava na quela noite, era um garoto de pele acinzentada com cabelos longos e negros usava roupas velhas e rasgadas e a suas duas características marcantes eram os buracos que brilhavam num verde intenso no lugar de seus olhos e o fato dele não ter boca.

Aquela coisa ficou me encarando como um animal curioso, eu tentava me afastar mas ele era muito rápido e sempre que ele chegava perto ele parava e ficava me olhando, isso se repetiu por no máximo um minuto até ele se afastar e apontar para o carro, quando ele apontou para o carro eu sabia que ele estava se referindo a minha filha, e quando ele percebeu que eu tinha notado ele fez uma expressão de contente, então ainda apontando ele com a outra mão passa o dedão no seu pescoço.

Quando ele fez isso eu corri em direção ao carro para pegar minha filha e fugir daquele lugar, mas quando eu abri a porta de trás do carro ela não estava lá, me virei e ele estava bem atras de mim com uma distancia de aproximadamente dois metros, segurando a minha filha ainda dormindo em seu colo ele com uma das mãos fez o sinal de silencio e no lugar onde eu pensei que não tinha boca começou a rasgar e uma grande sorriso ensanguentado no seu rosto é estampado ele começa a segurar a minha filha como um brinquedo e começa a rir enquanto observa a minha cara de medo.

E por algum motivo eu não me mexia eu achava que estava paralisado de medo mas eu comecei a prestar a atenção, no chão estava saindo esqueletos de cobras que estavam me prendendo me deixado totalmente imóvel.

A criatura jogou a minha menininha pro alto e depois pulou e arrancou a cabeça da minha pequena, eu fique quase louco depois daquilo, mas eu não podia fazer nada alem de gritar enquanto chorava, agora a criatura esta vido em minha direção quando ela chegou perto ela disse com uma voz fraca e roca as seguintes palavras "faça silencio a noite e um momento sagrado e bonito" depois que ele disse isso eu comecei a cair no sono, eu acordo no outro dia no meio das ruas da cidade vizinha, e quando eu voltei para a minha antiga cidade ninguém lembra de mim, nem meus amigos, minha ex, meus pais e como se eu nunca tivesse existido, ate hoje eu não sei o que era aquela coisa mas eu ainda ouso aquela frase que terminou de destruir a minha vida.

Escrito por.: Ω

16/09/2014

Creepypasta dos Fãs: O Homem da Meia-Noite

Um certo grupo de adolescentes, que sempre ficavam procurando coisa assustadoras pra fazer , como o jogo do copo, compasso entre outros.
Um dia encontraram um ceto jogo chamado " O jogo da meia-noite", eles pensaram em jogar, mas precisava de uma casa vazia, lembraram que tem uma casa abandonada no outro bairro, que seria perfeita.

Para jogar o jogo precisa de uma porta que leva de dentro para fora da casa, uma vela, fósforos, um papel com seu nome, um pouco de sal, e uma gota de seu sangue.
Eles foram lendo as instruções do jogo que diziam " Você tem que escrever seu nome no papel, acender a vela, por um pouco de sangue no papel. depois disso coloque a vela em cima do papel, depois desse procedimento bata 22 vezes na porta de madeira, mas a ultima batida tem que dar meia-noite em ponto, quando você estiver dentro da casa, você tem que ficar andando, porque se ficar muito parado o homem da meia-noite vai ver que você está por perto e vai vir atras de você, se sua vela apagar você tem 10 segundos para reacende-la, se você não acender o homem da meia-noite vem te pegar, por isso que você tem que usar o sal e fazer um circulo em volte de você, mas se o homem da meia-noite te pegar, ele vai fazer você ver seu maior pesadelo, então tente aguentar até as 3:33 da manhã, se você for corajoso"
Isso só deu mais animação para eles jogarem, depois de algumas horas estavam na frente da porta da casa abandonada com seus objetos necessários para o jogo, o relógio apontava para 23:58, com isso ele decidiram que ia jogar, que foi Jeniffer e Walt.
Walt era um ano mais velho que Jeniffer, que o fazia mais corajoso. Os dois começaram a fazer o ritual, meia-noite em ponto foi exatamente a ultima batida dos dois.
- Boa sorte- disse Walt.
-Obrigada, e ve se não vai ficar comedo em hahaha- respondeu Jeniffer.
-Pode deixar- diz Walt
Depois disso só se ouve os passos um do outro. Jeniffer foi ao segundo andar, onde dava para dois quartos e um banheiro,Jeniffer fica perambulando pelo segundo andar, enquanto Walt estava começando a ter problemas.
Walt andava pela sala quando começa a ouvir passos, pensando que os passo são de Jeniffer, vai em direção, quando o ambiente onde estava começa a ficar gelado, vendo que os passo não podia ser de Jeniffer, começa a se afastar, mas os passo ficaram mais altos, ele começou a ouvir vozes, mais não dava pra identificar o que diziam, então Walt sai correndo para o segundo andar, porque sabia que o homem da meia-moite estava por perto, quando sem querer esbarra em Jeniffer, que se vira apavorada, quando viu que era só Walt e não a criatura da meia-noite respira fundo.
-V-Você quer me matar do coração?- pergunta sussurrando para Walt.
-Desculpa, é que "ele" estava me perseguindo-responde Walt.
-E você o trouxe pra cá?
-Não sei-responde apavorado- Vou dar uma volta, ve se sai daqui, você sabe que não pode ficar parada- diz Walt com preocupação
-Pode deixar- responde Jeniffer.
Depois de um certo tempo andando, Walt perceve que ja se passaram duas horas, aliviado que faltava apenas uma hora e meia mais ou menos para passar aquele apavoro, quando esculta um grito, quando percebe que o grito é de Jeniffer, subiu correndo as escadas, quando se derapa com Jeniffer toda ensanguentada no colo de uma entidade, tinha um olho mais escuro que toda a escuridão que ja vira em toda sua vida. Quando percebe, Jeniffer estava com seu rosto todo desfigurado, Walt entra em apavoro, seu sangue gela, ele percebe qua a entidade estava observando sua agonia, Walt lembra que nas instruções do jogo que se o homem da meia-noite o pega-se, ele ficaria vendo seu pior pesadelo até as 3:33 da manhã, quando fica mais apavorado ainda, quando pensa por que Jeniffer esta morta.
Sua vela apaga rapidamente, Walt percebe que ficou muito tempo parado vendo Jeniffer sendo devorada pela entidade. Rapidamente acende a vela e vai para o primeiro andar e se esconde na cozinha.
Walt olha no seu relógio e percebe que faltava só meia-hora para acabar aquele pesadelo, quando ele começa a ouvir passos novamente, seu coração começa a acelerar, seu sangue gela, começa a ouvir vozes mas dessa vez estava nítido, ele ouvia gritos de agonia, quando olha para a única porta que tinha. Ele tinha encontrado-o, rapidamente a vela apaga e o local fica numa penumbra, mas dava pra ver o homem da meia-noite que se aproximava lentamente, parecia que gostava de ver a agonia de suas vítimas, Ja se passaram 10 segundos Walt pensa, quando lembra do circulo de sal, rapidamente faz o seu circulo.
Quando a entidade esta a um metro de distancia de Walt, ele consegue terminar o circulo, com olhar de diversão olha para Walt e diz com uma voz tremula.
-Você teve sorte dessa vez, na próxima se juntara a ela.
Walt fecha seus olhos bem forte, quando abre novamente a entidade já avia ido embora.
Walt procura for Jeniffer, que avia sumido, ele pergunta de Jeniffer depois que saiu da casa, mas era como se ela nunca tive-se existido.
Até hoje ele se arrepende por jogar o jogo da meia-noite, e ainda se lembra todas as noites sobre aquele dia de agonia, medo, terror e desespero.
Autor: Daniela Abdalla

Creepypasta dos Fãs: Jogos (Parte 1)

“Não me culpe, amigo. Ela estava linda nesta noite, como eu iria resistir? Como você notou, deixei uma caixa ao lado bilhete.Se abri-la,encontrará dinheiro vivo, uma quantia em torno de $10.000. Considere uma indenização, e minhas sinceras desculpas, embora eu não me arrependa nem um pouco do que fiz. Essa era a parte boa do bilhete, se quiser ver a ruim, basta pegar o celular dela e ouvir seus gritos. Não se preocupe, eu a mantive pura,apenas a torturei, nada mais.”

Um Abraço.


Leio esse bilhete, ao lado do cadáver de minha irmã,ou pelo menos o que sobrou dela. Em cima da escrivaninha do quarto dela,a caixa citada no bilhete.Caio no chão,de joelhos.Começo a chorar.Rasgo o bilhete em mil pedaços. Pego meu telefone e ligo para a polícia. Em quinze minutos eles chegam, isolam a área e me colocam na calçada, sentado. Dois deles se aproximam. Um é grisalho, o outro bem mais jovem. Ambos estão de terno.

-Olá - começa o mais jovem- Sou o detetive Johnson, esse é meu parceiro, James Vargain. Responda as perguntas, é o procedimento padrão. Qual o seu nome?

- Jonathan Chase.

- Idade? - Inicia Vargain.

- 21.

- Conhecia a falecida?

Rio secamente.

- ELA MORAVA COMIGO, SEU IDIOTA!

- Responda a minha pergunta,Chase.

- Ela.Era.Minha.Irmã. -Vargain ia perguntar algo, mas Johnson o interrompeu.

- O assassino faz isso há alguns meses,e temos registro do mesmo modus operandi no ano de 1996. Onde estava quando aconteceu?

- No mercado, aqui no bairro.

- Olhe senhor,nós faremos tudo que for possível para pegarmos ele.

Vargain deu um riso. Ele e Johnson entraram em um carro e se foram.Já se passaram dois meses,não ouvi mais falar deles.

Fui tomar banho,como todas as manhãs. Saí do boxe, como todas as manhãs. Me enrolei na toalha, como todas as manhãs. Mas o bilhete preso com uma faca na porta não estava ali todas as manhãs.

“Meu grande amigo Johnny! Como vai? Nenhuma resposta da polícia não é? Que triste... Sabe, minha vida está uma merda. As garotas todas tem celulares com rastreador, então só dá pra matar nas casas que tem sistemas de segurança mais impenetráveis que freiras no carnaval. Sua irmã foi muito boa. Cadeado vagabundo no portão, porta com fechadura vagabunda. A carne ela era macia, meu alicate cortava com facilidade. Aqueles olhos azuis dela, ficaram ótimos na minha estante. Mas além da minha vida estar uma merda, está sem graça. A caçada acabou, entende? Então que tal nós brincarmos um pouco? Você quer me ver morto, eu tenho que matar alguém. Entendeu? Lhe deixarei pistas, você as seguirá. Só que quando me encontrar, talvez você não seja mais o mesmo. Para jogar, aperte start."

Eu não entendi a parte do start. Pensei durante vários minutos,mas fui me vestir. Então eu vi. Na janela, um líquido vermelho formava um grande "START" com uma seta para baixo na minha janela. No batente da janela, como alvo da seta, um isqueiro. Só então eu entendi. Abri a janela e acendi o isqueiro, levantando-o bem alto. Se ouve um assovio e meu ombro esquerdo queima. Caio no chão e grito de dor. A flecha tem o comprimento do meu antebraço, e tem um bilhete preso na parte de trás. Com muita dor arranco a flecha, e fico durante meia hora gritando e esperando a dor se dissipar. Só então pego o bilhete, que diz:

“Que os jogos comecem”

CONTINUA...

Autor: Ayato kun

15/09/2014

Creepypasta dos Fãs: Feche os Olhos

Eu não conseguia dormir. O calor me irritava, mosquitos me tiravam a concentração e tudo o que ocorrera naquele dia não saia da minha mente. Ele e ela. Aquela imbecil conseguiu o garoto dos meus sonhos e agora eles estavam juntos, se abraçando em corredores e o tempo todo trocavam olhares. 

Aquela era uma das noites que eu pensava nele... Mas não seria tão normal assim.
 
Eu estava deitada em minha cama. Sou filha única e portanto tenho um quarto só para mim. Por um lado é bom, pois tenho meu próprio espaço, um lugar onde posso chamar de MEU mas por outro lado, era assustador acordar de pesadelos e saber que estava sozinha e que o quarto dos meus pais era um tanto longe para pedir aconchego de minha mãe e mesmo assim, não seria tão conveniente uma garota de praticamente 17 anos dormir na cama dos pais. Pois bem, com os olhos fechados pensava como seria minha vida sem um namorado, pensava se um dia conseguiria alcançar meus objetivos pessoais...

Me sentia sozinha no mundo, então senti uma lágrima quente escorrer pela minha bochecha direita o que me confortou de certa forma. Aquilo foi como um laço desatado, um laço que lacrava uma caixa de lágrimas e soluços, de tristeza e uma vontade imensa de que tudo acabasse. Que caísse uma bomba em mim. Chorei por uns 2 minutos, cobrindo meu rosto para que ninguém ouvisse minhas súplicas. Nunca fui de chorar por garotos e sentia que não era por isso que estava tão triste, simplesmente eu queria estar ali, confortavelmente chorando em meu travesseiro como uma criança de 4 anos. Pensei ter ouvido uma criança gritando na rua, mas logo desisti da ideia e continuei curtindo minha terrível fossa, mas o grito soou novamente. Uma voz feminina de uma criança procurava por alguém. Meu quarto era realmente longe do portão então, ouvia baixo mas claramente: "Jullie!!! Cadê você??! Jullie!".

Eu não conhecia nenhuma Jullie pela Vizinhança e achei muito estranho uma criança procurando por outra naquele horário. Aliás, quem não acharia? Tentei me concentrar em desabar em soluços no travesseiro mas a criança parecia chamar pela tal de Jullie cada vez mais alto e aquilo estava me incomodando, é óbvio. Ouve uma pausa e eu achei que Jullie, já havia sido encontrada então respirei fundo e tentei dormir já que meu clima depressivo foi interrompido por uma criança procurando por outra no meio da madrugada. Mas de repente, ouvi novamente os chamados e cada vez mais alto. Em momentos assim começamos a fantasiar imaginando coisas aleatórias e absurdas e foi o que houve, comecei a pensar, será que ela está falando mais alto ou está mais perto? Gelei por um segundo. Não sabia mais o que pensar até que olhei fixamente para minha porta que ficava em frente à minha cama, algo me dizia para olhar pra lá. Ergui meu cobertor até a altura do olhos deixando apenas uma fresta para matar minha extrema curiosidade e necessidade de olhar para o batente de madeira à minha frente.

Até que rapidamente uma menina alta, com cabelos grandes e negros e vestida como se fosse um dos Batutinhas apareceu na porta com uma faca na mão e sorrindo de uma forma psicopata e assustadora, ao ver aquela desconhecida soltei um grito abafado entre minha mão e o cobertor e chorei. Chorei desesperadamente. Ela ficou ali por uns segundos e então apontou a ponta da faca para o meu lado e disse: "Jullie! Achei você!". Senti um arrepio subindo até a nuca, um frio, a sensação de que aquele era meu fim e um estalo me fez olhar para o lado. Uma outra menina vestida de branco e cabelos repicados e molhados estava sentada ao meu lado me observando. Arregalei mais ainda os meus olhos.

Sentia que eles poderiam saltar do meu rosto e uma gota de um líquido escuro caiu em meu rosto. Aquilo tinha um cheiro podre, parecia chorume e me dava Ânsia. Ela estava lá o tempo todo. Me observando chorar e eu nem percebi. Com um movimento rápido senti uma espetada no olho e logo senti que aquilo era uma agulha e com o outro olho vi um botão negro se aproximando da agulha. Enquanto Julie estava costurando os botões em meus olhos, a outra garota tampava minha boca para não gritar e então apaguei. Acordei vagando pelas ruas gritando por Julie.

Sabe, ela é uma garota muito travessa. Gosta de brincar e se esconder e sempre procuramos juntas, eu e Amelie. Oh Jullie! Até aqui?

Por: Sarah Trindade

Creepypasta dos Fãs: Paradoxo

Olho para a janela da minha casa e vejo uma pessoa no corredor, distraído, percebo que atropelo alguém, com medo de ser responsável pela morte de uma pessoa corro para a minha casa. No portão percebo que estou sem as chaves. Na pressa, pulo o muro. Chegando em casa, olha pra a janela e vejo alguém invadindo a casa, logo depois ouço um barulho vindo da escada e o armário do corredor vem na minha direção não caindo em cima de mim por pouco.

Então eu subo as escadas correndo para chegar até meu quarto, pegar meu celular e ligar para alguém. Enquanto subo as escadas percebo uma pessoa subindo as escadas atrás de mim e jogo o armário em cima desse suposto invasor. Entro no meu quarto, pego o celular e desço as escadas. Me vejo empurrando o armário em cima de mim mesmo. Com medo saio correndo de casa. Na rua vejo minha chave, quando abaixo para pega-la, escuto um barulho, próximo a mim.

Olho pra frente e vejo um carro, que me atropela...

Eu estava dirigindo.
Agradecimentos especiais da autora ao Gustavo (https://m.facebook.com/gustavo.peterle.7?fref=ts)

Creeper da Semana: Lucas Carvalho


Idade: 17 anos

Estado: Pará

Como Conheceu o Blog/Por que gosta de Creepypastas: Conheci o blog procurandos no google, assim que entrei ja gostei das creppys e da interfarce do blog. Sou fã de vocês! Gosto de creppys pelo fato delas me levarem a outro lugar e claro, ao medo..Sou fã de terror, curto muito sentir medo, é uma sensação boa e as creppys proporcionam isso. Então é isso galera, vlw.

Contato pessoal:
Facebook: https://m.facebook.com/lucas.lins.9275?fref=fr_tab&refid=17
Instagram: @lucascarvalho.17 

(Creeper de Semana - 15/09/2014 à 21/09/2014)

Quer se tornar o próximo Creeper da Semana? Clique aqui e saiba como!

14/09/2014

[CREEPY VIDEOS] Jogando Happy Mouse - A Volta do Mickey!

Hoje, daremos uma conferida na continuação do famoso e macabro suicidemouse.exe, que jogamos à um bom tempo atrás!

Será que a continuação será tão boa quanto o primeiro?

Confiram! Se gostarem, não se esqueçam daquele like maroto e comentem ai embaixo o que acharam \o/


Link para download do jogo: